quarta-feira, 30 de setembro de 2009

The Beach Boyz - Don't Worry Baby

INCRÍVEL... ! Esses dias estava eu assistindo o filme Dejà Vu na Rede Globo(com Denzel Washinton), e logo no inicio rola uma cena onde uma barca explode. Mas antes dessa explosão toca dentro de um dos carros, dentro da barca, uma musica bem antiga. E justamente era do Beach Boys. Sei que no final do filme, fui tomado por uma vontade de baixar essa musica no PC (como a modernidade nos ajuda). Entao fui, procurei, revistei os sites, esperei (o download) e finalmente consegui a bendita musica. Nao satisfeito "caço" o video no youtube. Agora sim, estava tranquilo.

Depois de ouvir a musica umas cinco vezes, fui para o video. E percebi algo muito interessante. As pessoas que dançavam no clipe, realizavam uma dança muito parecida com as de alguns animais, no momento do acasalamento. Danças onde os machos expoe seu poder e as fêmeas exaltam suas peculiaridades. O engraçado do vídeo é que esses atos são mostrados constantemente, e num lugar bastante interessante... A praia.

Outro detalhe qeu me chamou atenção, foi o fato de que naquela época os grupos eram praticamente compostos por cinco integrantes, sendo que apenas um deles realmente cantava. Os demais apenas ficavam como back-vocal, servindo de "escada" para um cara q na maioria era mais parado do que os figurantes dos amigos q só repetiam o que ele cantava. Também há um momento onde um deles faz uma cara do tipo, "o que estou fazendo aqui?". Realmente engraçado e triste ao mesmo tempo. E incrivelmente eles em grande parte dos grupos eram Nerds. Não que eles não pudessem ser Nerds, mas é um caso a se pensar...

Bom, e assim encerro minha analise a esse vídeo. Coisas da vida, não?


domingo, 20 de setembro de 2009

17ª Expo Estude no Exterior

Heey... Após muitos meses sem aparecer, estou ansioso para voltar a escrever no meu blog, onde ninguem lê. >_<
Mas enfim, ainda tenho esperanças, alem de ser um bom passa tempo enquanto nao tenho nada pra fazer na frente do PC. Mas entao, essa semana eu passei por uma experiencia singular e ao mesmo tempo sem noção! Fui com Bruno e Marcelle, amigos de trabalho, numa exposição de intercâmbio que ocorreu em copacabana quinta passada num hotel luxuoso. Começa que eu descobri sobre esse evento por acaso na internet, enquanto lia o site do JB (internet nao é só vadiagem). Falei com eles e aceitaram o programa d índio (de classe média). Marcamos tudo certinho (ou mais ou menos isso), ainda tinhamos que se inscrever pela internet e levar um convite imprimido para o dia. E na quinta sofremos algumas mudanças porque os organizadores do evento dividiram por horário as entradas, e nós 3 ficamos com o horário das 19h, imaginei a príncipio porque éramos da baixada.
Mas enfim... Passando isso fomos para copacabana a noite, e decidimos dar uma relaxada na mente proximo a água, foi quando apareceu um cara suspeito a falar conosco.

- Vocês estão aproveitando a vista? Estão com alguma coisa de valor com vocês?
- Só livro, graças a Deus! - disse o Bruno para ele, enquanto Marcelle tremia que nem vara verde.
- Eu sou da polícia, e vou dar uma dica para vocês. Nao fiquem dando sopa por aqui, porque tem "carinhas" que adoram assaltar por aqui esse horário.

Após o susto voltamos para o asfalto e decidimos entra no hotel, onde rolara o evento. Chegando lá, vimos que tinham muitos jovens e por alguns segundos não nos sentimos excluídos. Maz foi por pouquíssimos segundos. Logo vimos que todos (ou grande maioria) falavam inglês. Até as pessoas nos estandes falavam inglês. Não demorou muito para nos sentirmos primitivos naquele ambiente "bastante acolhedor".
Mesmo assim estamos empenhados em não deixar a exclusão social nos abalar, e adentramos bravamente o mar de jovens poliglotas que ali se encontravam. Pegamos muitos panfletos (se nao todos). Haviam varias universidades da Austrália, EUA e Canadá. O que dava ênfase a maioria dos intercâmbios para cursos em inglês (e nós muito mal sabiamos espanhol).
Depois desse banho de água fria social, o pior (ou mais engraçado) ainda estava por vir. Cansados de carregar tantos folders (êêê estrangeirismo) na mão, decidimos pegar uma sacola para enfiar todas essas "quinquilharias" de papel bonitinho. Foi quando Marcelle pediu uma sacila para uma mulher de um estande. Olho de longe a mulher parecia conhecê-la, já que gesticulava com tanta empolgação (não dava para ouvir o que falavam por causa da quantidade de gente). Pergunto então para Marcelle se ela conhecia e ela me responde.

- Nao sei quem é, só pedi uma sacola, ela tá falando em inglês e nao estou entendendo nada. Agora ela ta pegando um livro. Gente me ajuda!

Em vez de ajudarmos ela, saímos de "fininho" para rir. Enquanto eu saia como quem nao quer nada, meu amigo Bruno ficou escondido atrás da porta vendo a mulher falando em inglês com Marcelle e nada fez para ajudar e vendo a Marcelle usando gestos para mostrar que não queria conversar, e sim uma simples sacola. Algum tempo passa e ela aparece com a bendita sacola. E após a cômica experiencia, percebemos que ali não era nosso lugar e decidimos ir embora.
Ao sair do hotel a caminho do metrô, o Bruno vira para nós dois e diz:

- Cara, é um absurdo! O sistema me obriga a conhecer um outro idioma para me comunicar com as pessoas em meus próprio país!

Depois de tudo isso, encarnamos nela o restande da noite. E ainda voltamos em pé no trem. Moral da história: se você não sabe falar inglês, não vá para eventos de intercâmbio na zona sul.
Mesmo tendo sido um desastre, foi um desastre engraçado. E gostaria de vivenciar mais bizarrisses numa próxima vez.

sábado, 1 de agosto de 2009

Sexta-feira - 31/07/09

Acordei hoje, perdido no tempo. Sabia que tinha que estudar, mas nao sabia o que. Como estava com preguiça e um pouco faminto, preferi pensar depois de realmente acordar e comer algo. Desci as escadas, vi minha irma assistindo Jovens Titãs. Parei pra ver. Depois fui me arrumar para comprar pao, mas como ainda tinha um deixei para mais tarde.
A parte da manha foi o momento de descoberta. Tentei descobri o que tinha pra fazer, sem sucesso. Tentei entao fazer algo que nao precisasse lembrar de algo. Tambem nao consegui. Na necessidade de me tornar útil nesse dia, o telefone toca. Era meu amigo dizendo que poderia voltar a trabalhar, porque iria voltar a receber (tinha saído, pois nao ia mais receber por causa do contrato... triste!).
Fquei feliz, e para comemorar decidi pegar o simulado do enem (havia lembrado o que tinha que fazer), para ter noçao do que enfrentaria para o mes de Outubro.
No almoço comi uma carne assada no vapor, maravilhosa. Descobri que minha mae está cozinhando melhor que mina avó. Como pagamento tomei conta da minha irmã, enquanto minha mae dormia a tarde. Passei uma tarde tranquila, minha irma me perturbou como sempre, mas consegui aturá-la.
A noite saí para uma reuniao de grupo. Uns amigos e eu estamos montando um grupo de comédia, Os Estrupícios (qualquer coisa, é só falar comigo. rs). Resolvemos os temas, e como de costume nos divertimos com comentarios engraçados que rolava nas conversas.
Chegando em casa, tive de sair de novo para comprar um lanche para eu comer. Na volta fui cantado por umas mulheres num onibus que passava. Parei para refletir sobre o acontecido, e cheguei a conclusao de que ou era realmente bonito, ou estava na sombra quando elas falaram.
Terminando de lanchar, fui para o PC na expectativa de conseguir conversar com alguem. Varios alguens aparaceram, entre eles uma amiga que está que nao falava a muito tempo. Me contou que esava apaixonada - fiquei feliz. Por um cara comprometido - fiquei triste. Mas entre tantos sentimentos, me senti inspirado para escrever essa coluna. E pra finalizar minha interessante sexta-feira (que já acabou.), desejo boa noite a todos.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Desejos

Desejo poder tê-la ao meu lado
Amar e ser amado
Desejo sempre te abraçar
Ter o prazer de um simples olhar.

Mais um dia
Mais uma noite
Apenas vejo que tardia
O tempo que se acabara hoje.

Saber mais de que viver
Sentir sua pele, seu cheiro
Tocar seus lábios, seu cabelo
Afogar-me em teu ser.

Desejo ter do meu lado
Mais do que um sorriso
Que em mim sempre guardo
Um gesto de amor e carinho.


Leo Venancio

terça-feira, 21 de julho de 2009

Éh... Dia dos Amigos passou (foi ontem), mas nao por causa disso que a comemoraçao pára por aqui. Nada disso...!!!


-Camisa de manga R$29,90
-Tenis all star R$79,90
-Ter amigos... NÃO TEM PREÇO!!!

Comemore todos os dias esse dia que passou!! Amigos sao ganham, se conquistam!

FELIZ DIA DOS AMIGOS A TODOS AMIGOS... que conheço e pros q ainda irei conhecer!!!!!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Conto 1.

E lá estava eu, perdido, sozinho naquela escuridão que destruía minha coragem e se alimentava de meus medos, como lobos no seu premio de caçada. Não sabia o que fazer, não havia nada a se fazer. Eu só podia ficar ali, parado, indefeso. Era como sentir o gosto da morte, e não poder cuspi aquele gosto amargo de sangue. Aquela minha fragilidade diante de tal situação, me tornava cada vez mais repulsivo a mim.

Sem qualquer esperança de me livrar, vendo que seria esta minha sina. Abracei-a como um filho que encontra a mãe. E por alguns instantes me vi acolhido, protegido, pela mesma força que antes me ameaçara. Sentia-me vivo ainda. Mesmo não acreditando em tal verdade. Será que havia sido enganado por minha mente? Lubibriado pelos meus próprios pensamentos?

Ainda não achara a resposta para essas perguntas. E enquanto o tempo passava eu começavca aceitar minha condição, mesmo que não soubesse ao certo qual era. E caminhava cada vez mais para a escuridão, na crença de encontrar conforto e um snetido para tudo aquilo.

Caminhara por horas, e mesmo assim não sentia fome, sede, cansaço. Era como se eu estivesse livre das sensibilidades humanas, ou estivesse aprisionado na prisão da alma. A cada passo novas perguntas circulavam minha mente, ainda sem respostas. Após algum tempo, percebi qye não estava sozinho, percebi que por todo o caminho vinha sendo observado. Mas não via ninguém. Comecei a sentir frio, como se estivesse num deserto de gelo.

De repente em minha frente surgi uma figura fantasmagórica. A pele pálida, os olhos fundos, parecia não durmir a dias, trapos cobriam seu corpo. Perfuntei-me, quem era essa pessoa? Demorei para reconhecer, mas depois de um tempo analisando, nao tive mais duvidas. Estava olhando para minha simetria. O que havia me tornado? Que ser era aquele sem vida?

Foi quando eu percebi. No momento em que fui abraçado pela escuridão deixei de ser eu. Tornei-me uma pessoa sem vida, sem esperança, desinada a vagar eternamente pelas estradas sombrias da terra caída. Quem eu sou? Acho que é a pergunta errada. O certo é dizer: o que eu sou? Eu sou mais do que a vida mortal, mas não venci a morte. Eu sou aquele que leva a marca da destruição, eu sou a Besta.

Quem sou...

Sou aquele que acalma sua alma...

Sou aquele que preenche seu vazio...

Sou aquele que lhe trás paz interior...

Sou aquele que te alegra...

Sou aquele que te faz ter duvidas do que realmente quer...

Sou aquele que você sempre pode confiar...

Sou aquele que lhe faz viver momentos unicos...

Sou aquele que você nunca esquecerá...

Sou aquele que nao sabe o que dizer ou fazer...

Sou aquele que conseguiu se perder em seus encantos...

Sou aquele que está perdido em meio a tantos sentimentos e pensamentos sobre você...

Sou aquele que é supreendido por você a cada instante...

Sou aquele que nao pode mais viver sem sua presença...

Sou simplesmente... O QUE VOCÊ QUISER...!